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20.12.06:::
 

Este deve ser meu último post do ano. Desejo a vocês, queridos leitores, um 2007 com crianças saudáveis, paz no coração, dinheiro no bolso e sexo bom. Estarei off-line pelos próximos dias, produzindo melanina e fazendo nada.
Beijos e até o ano que vem :)

: : Laura : :


6:47 AM

 

Eu era chamada de cdf na escola. Um pouco inadequadamente, porque nunca fui de estudar demais. Mas sempre gostei dos assuntos, me interessava, assistia às aulas, perguntava, etc e tal. Tirava notas sempre boas. Depois fiquei adolescente e jovem e deixou de ser cool ir tão bem nos estudos. Aliás, nunca foi cool. Minha atenção se voltou pras outras coisas da vida. Ainda bem. Agora eu resolvi estudar de novo. Onde é considerado bacana gostar de estudar. Onde as pessoas legais são quase cdf. Demorei pra perceber isso, mas acho que tou em casa.

: : Laura : :


6:41 AM

 

Ontem fez uma tarde linda. Por muito tempo, por uma hora talvez, fez um solão de rachar e, aomesmotempo, uma chuva torrencial. Não foi aquela coisa garoinha, mormaço e arco-íris, não. Foi muito sol e muita água juntos. E as gotas do toró brilhavam muito forte no sol. Tipo um show meteorológico. Estou começando a gostar de dezembro.

: : Laura : :


6:37 AM

 

Eu faço tudo pela internet. Ou quase tudo. Mas não comprei nenhum presente de Natal nas milhares de lojas virtuais que existem por aí. Eu viajo amanhã e vou sair hoje, provavelmente na chuva (shopping nem morta), pra fazer isso. Todo ano é assim. Eu até gosto. Eu devo ser masoquista.

: : Laura : :


6:33 AM

 

_Gabi, vamos cortar esse cabelo antes de ir para a praia?
_Não, eu quero deixar crescer.
_Gabi, vai dar muito trabalho pra cuidar. Vamos fazer uma coisa? Você corta o cabelo e pode escolher alguma coisa em troca.
(a irmã: _O quêêê??? Ela pode escolher qualquer coisa???)
_Não, depende do que for. Mas pode ser um passeio, um brinquedo, que tal? O que você quer, Gabi?
_Eu quero deixar meu cabelo crescer.

: : Laura, chantagista fracassada e mãe orgulhosa : :


6:27 AM

13.12.06:::
 

O post patroa/empregada, negro/branco, rico/pobre rendeu no livro de visitas. Eu só queria completar com umas coisinhas. O que mais me incomoda é perceber que as pessoas (mesmo inconscientemente) reafirmam os lugares históricos de negros e brancos na sociedade brasileira. Todo mundo sabe bem quem é parado pela polícia em blitz, seguido pelo segurança em shopping, barrado em elevadores sociais e que isso não é só uma questão de estar "bem arrumado" ou não. Como disse uma autora que li pro mestrado, o racismo no Brasil é difícil de ser medido porque acontece no cotidiano, no privado, nas sutilezas. É fácil para o cara que é branco e rico dizer que o Brasil não é racista. Não é racista pra ele ou com ele. Mas pergunta pro outro lado e vamos ver o que respondem. Não acho menos digno o trabalho de empregadas ou faxineiras, e a pergunta Você trabalha aqui? me dá vontade de questionar essa hierarquização. É lógico que não destratei a senhora do elevador. Sei que classificamos as pessoas o tempo todo, de acordo com nossa história, com todas as representações, com aquilo que vemos nos programas de tv, nos comerciais, nas fotos dos jornais, nos anúncios, na rua. Você trabalha aqui? não é uma pergunta isolada, põe cada um "no seu lugar" e diz muito da sociedade em que vivemos e como vemos e queremos ser vistos.
Voltamos agora à programação normal.

: : Laura : :


8:52 PM

12.12.06:::
 

Por causa do blog, do livro, do programa, as pessoas acham que a gente entende tudo sobre criação de filhos. Perfeitamente compreensível, quem mandou escrever um "Manual"? Mas não é bem assim. Me pediram dicas para o primeiro dia de aula das crianças pequenas para aplacar a ansiedade das mães. Só consegui responder assim:

"Quem escreveu o texto do livro sobre o primeiro dia de aula da criança foi minha amiga Ju, a mothern em férias. Eu não sei se tenho muito a contar sobre esse assunto, pois confesso não ter sofrido com a ida de minhas filhas para a escola. Essa é uma daquelas situações em que eu quase sinto culpa por não sentir culpa. É que foi tudo muito tranqüilo. Nina era um bebê muito, mas muito bonzinho com seu um ano e meio. Sociável, alegre, brincalhona, fofa. Ninguém chorou, não teve drama, nem noites em claro, nem grandes ansiedades, nem ninho vazio. Provavelmente a confiança que eu depositei na escola tenha inspirado a confiança que Nina teve na professora e naquele espaço. Talvez eu ter ficado por perto, na curtíssima fase de adaptação, tenha ajudado também. Talvez todo o ambiente e a presença estimulante de outras crianças tenha feito minha filhinha-bebê tão animada ali.
Mas eu te confesso que agora está um pouco mais difícil. Talvez até eu já tenha esquecido o que sofri ali atrás, no primeiro dia de aula. Mas eu acho que não. Acho que, com o passar do tempo, eu estou ficando mais medrosa mesmo. Sei que agora é que eu estou sentindo um aperto no coração, quando ela, já com 10 anos, sai daquela escola pequena e aconchegante, onde ficou por tantos anos. Onde conhecia pelo nome todas, todas as pessoas: os funcionários, os professores, os alunos. E, no ano que vem, vai pra uma escola maior, cheia de gente maior que ela. Pra mim é como se ela fosse pro maternal de novo. E eu aqui, apesar de já ter tirado isso de letra uma vez, cheia de dúvidas e pensando: será que ela vai ser feliz?"

: : Laura : :


10:33 AM

 

Por falar nisso, tem uma coisa que me acontece desde sempre. Não é assim toda semana, mas rola com uma freqüência razoável pra me incomodar. Por algum motivo (será por causa da pele morena e do cabelo anelado? dã.) as pessoas me perguntam: você trabalha aqui?
Eu poderia começar a usar jóias, sapato de salto de bico fino e escova progressista no cabelo. Me recuso. Aquilo, depois de um tempo, faz com que o crânio da pessoa pareça deformado, cheio de ondas esquisitas na raiz. Além de ser, digamos, ideologicamente contra. Pois bem. Tou esperando o elevador no prédio onde moro. A mulher (que não mora lá) me pergunta: você trabalha aqui?
Respiro algumas vezes.
(.Sim. Comando minha holding de empresas do meu escritório na cobertura. ou
. Não. Mas tou precisando de uma faxina lá em casa. A senhora se interessa? ou
. Sim. Mas só trabalho à noite e cobro por hora. Uso acessórios. Topa? ou
. Não te interessa.)

Não, eu moro aqui. Saco :P

: : Laura : :


10:10 AM

8.12.06:::
 

queridas, e a mãe que perdeu a guarda do filho e foi condenada a 4 anos porque roubou uma manteiga?
olha, se ela fosse branca, isso seria muito diferente.


Ângela sugere a pauta e eu assino embaixo:

: : Laura : :


10:36 PM

2.12.06:::
 

Já deu aqui há um tempão, e aqui também. A quem escreve perguntando sobre a continuação do seriado, o canal responde assim: A primeira série de Mothern encerrou e a nova temporada estréia em maio de 2007. Em fevereiro, Mothern - 1a. temporada será reapresentada.

Nós também viramos fãs da série. O programa só foi melhorando a cada episódio e no final estava uma delícia. Queremos mais :)

: : Laura : :


10:28 AM

1.12.06:::
 

Mais um momento hamstern

Hoje tenho que descobrir um veterinário para Félix, que está sem abrir um olhinho, provavelmente devido a problemas de relacionamento com Sansão. Talvez tenhamos que comprar outra gaiola. Como se eu precisasse de mais coisas para me ocupar.

: : Laura : :


10:13 AM