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24.6.05:::
 

PARABÉNS, LAURA!

Hoje, aniversário da minha linda, amada e poderosa blog-sócia, não deixem de ver as homenagens que a Fal e a supergrandmothern Vera fizeram para ela no AniMo.
Estando então tudo dito, com o talento e o jeitinho fofo dessas duas, só me resta falar amém.
Salve, Laura!

(Ah, e parabéns também para a outra aniversariante do dia: nossa doce e querida Fefê!)

: : Ju : :


2:15 PM

20.6.05:::
 

No sábado, resolvi sair do meu bairro, da minha internet, do meu telefone. Calcei o tênis e me aventurei no centro da cidade atrás das revistas que faltavam. Achei todas (a 1 real cada!), comprei unas otras cositas e me diverti bastante. Obrigada à Fefê e a quem ofereceu ajuda no momento mestrado descontrol. Esta semana estou em ritmo de trabalho final. Pode ser que eu suma. Ou não.

: : Laura : :


9:03 AM

17.6.05:::
 

Enquanto isso, logo ali, em off...

A fonte, como diz a Revista Veja, é "uma amiga próxima que prefere não se identificar".
O assunto: sexo no casamento.
A pérola:

"Sexo com a mesma pessoa é bom da metade pro final. Com gente nova, tem muita chance de ser bom do começo pro meio, se é que vocês me entendem. O problema é o carro esquentar. Uma vez aquecido, a chance de chegar na reta final é muito maior do que com um que está amaciando."

Hahahahahahaha!
Como se vê, metáforas automobilísticas não têm sexo.
Ainda bem que canalhice também não.

(PS: como diz a Cam: I love my inbox!)

: : Ju : :


3:38 PM

16.6.05:::
 

Procuram-se revistas desesperadamente

Gente, estou fazendo mestrado e preciso de quatro revistas para completar meu desejado corpinho empírico.

São as seguintes edições de Veja:
1875 (de 13 de outubro de 2004)
1879 (de 10 de novembro de 2004)

Edições de Época:
334 (de 11 de outubro de 2004)
338 (de 8 de novembro de 2004)

Já pedi numa banca, que pediu à distribuidora, e nada. Se alguma alma caridosa tiver alguma dessas pra me vender, ceder, emprestar, mostrar, por favor entre em contato comigo pelo e.mail guimaraes.laura@gmail.com ou no Livro de Visitas. Serei eternamente grata.

: : Laura : :


4:18 PM

 

Recomendo: meu filho, meu tesouro?, artigo da Andrea Dip na Caros Amigos deste mês, sobre trabalho de crianças na mídia.

: : Laura : :


9:01 AM

15.6.05:::
 

A Cláudia deixou esse recado no Livro de Visitas:

Eu sou a única incompetente ou mais gente passou por isto? Deixa eu explicar... Ainda quando eu estava grávida ganhei da futura madrina do Otávio um daqueles álbuns de bêbes, sabe aqueles que tem espaço para fotos e para escrever um monte de informações sobre o desenvolvimento da criança? Pois é, confesso que amei o presente e dentro do possível preenchi as questões como: "Nasci no dia...";"Meu cordão umbilical caiu no dia..."; Minha primeira papinha..." etc. Mas aí começou a surgir umas questões mais complicadas, tipo: "Meu primeiro sorriso foi no dia..." (alguém acha que eu sei dizer com precisão quando foi que o sorriso dele deixou de ser um reflexo involuntário para se tornar uma demonstração de emoção?); "A minha primeira gracinha:" Eu coloquei que foi brincar de esconde-esconde com 6 meses é que para não complicar eu me muni de criatividade e digamos que eu romanciei as respostas... Mas tem outras questões que, vamos combinar, vou ter que mentir descaradamente: "Engatinhei pela primeira vez no dia..." Sei lá,na minha observação foi tudo um processo, o Otávio primeiro começou a ficar de bruços, depois foi começando a se arrastar, foi melhorando a coordenação até que lá pelos nove meses ele tava engatinhando com desenvoltura, mas qual foi o dia exato que ele começou a engatinhar? Não tenho a menor idéia... "Consegui me sentar pela primeira vez no dia..." AHHH!!! Fala sério, nem chutando eu acerto essa (acho que foi lá pelos 5 meses) "Minha primeira peraltice foi..." Ele tem hoje um ano e dois meses, não lembro de nenhuma peraltice neste período... Então eu estou aqui com o álbum preenchido nem pela metade e esperando um raio de inspiração me atingir para conseguir criar as respostas que faltam. Sugestões são bem-vindas...

Não, Cláudia, você não é a única. Essas questões são mesmo irrespondíveis. Eu também ganhei um, desses que trazem bebês em repolhos, flores e tal. No começo, quando ainda estava de licença-maternidade, eu preenchi todos os campos, obrigatórios ou não. Estava ficando muito bonitinho. Aos poucos, voltando à vida "normal" de mãe trabalhadora, fui deixando de ser tão assídua. Não sei a data do primeiro sorriso, da primeira papinha, de nada. Mas me lembro da engatinhada, porque eu nunca tinha visto um bebê se locomover de modo tão bizarro: era um pé e um joelho, um pé e um joelho, rápida e eficiente. Levamos ao ortopedista e não tinha problema algum, era só engraçadinho. Foi aí que esqueci do livro mesmo. Não existia o campo: "data em que seu bebê comecou a engatinhar/andar ao mesmo tempo: _____"
Aqui então me solidarizo com você e peço oficialmente desculpas à minha amiga, que deu o presente fofo. E à menina que que não vai ter um álbum completo, que não engatinhou como se esperava e que é filha de uma mãe incompetente para guardar recuerdos como se espera.

: : Laura : :


2:46 PM

12.6.05:::
 

Amores Brutos

Gabriela é uma menina adorável. Eu, na condição de mãe dela, sou a pessoa mais suspeita do mundo pra falar isso. Mas eu te juro que tem outras pessoas que acham isso também. Não vou passar pelo ridículo de, além de mostrar cenas de corujice explícita, colher assinaturas de adesão. Então você acredite se quiser. Ou então imagine, que é mais fácil.

Imagine uma menina doce, carinhosa, simpática, bem-humorada e generosa. Uma menina que gosta de passar alguns recreios lendo para a amiguinha Sofia, do maternal. Uma menina que é muito amiga da Paula da quarta série, apesar de ainda estar no terceiro período. Uma menina que faz conexões e raciocínios surpreendentes e tem um vocabulário incrível. Uma menina que ainda parece meio neném, grudada nos pais, e que não passa um dia sem dizer: mamãe, eu te amo.

Antes que você comece a achar que caiu num comercial de margarina com este post e o anterior, vou contar uma coisa: Gabriela é também um dínamo ariano, uma coisa hardcore e teimosa que, quando começa, não pára. É capaz de ficar quietinha lendo um livro por uma hora, mas não há adulto que agüente quando começa a agitação. Gabi, ou simplesmente Bi, pode falar sem parar, muito e rápido, ou correr e pular incansavelmente. Uma professora (desesperada com tanta energia, imagino) até ensinou a menina a ficar em posição de lótus fazendo oooooooommmmmm, pra ver se a peste sossegava.

Somando as duas faces da personalidade de nossa querida menina, digamos então que ela tenha certa facilidade em externar seu afeto de maneira pouco ortodoxa. A menina literalmente ataca a família com seus arroubos beijoqueiro-amorosos. Parece que algo dentro dela grita: se joga, Bi! e ela vem pogando e pulando no colo de quem estiver no sofá, sem se importar com os joelhos, cotovelos e narizes que se coloquem no caminho. A irmã mais velha se machuca e se irrita. O pai fica bravíssimo quando é atingido nas partes mais queridas e doloridas. A mãe, depois de alguns tapas, beijos e hematomas, fala com ela: Gabi, você nos ama, nós te amamos. Quando a gente gosta de alguém, não quer machucar, não é verdade? Amor é com carinho, com cuidado, né?

E ela sossega por um tempo, para depois voltar com carga total. E salve-se quem puder.

: : Laura : :


9:07 PM

 

Namoro o Leo há quase 15 anos. Outro dia, deixei esse recado pra ele no orkut:

oi :)
gostei do seu perfil. quem sabe um dia a gente não se encontra numa praia, com amigos em comum? pode ser que tenha uma festinha pequena e boa e que você ponha uns bons reggaes pra animar. e que dali pra frente a minha cara-de-pau e o seu interesse virem algo muito bom e quente que dure um pouco mais do que duraria um amor de verão. quem sabe não fazemos juntos um fanzine, uma revista? você provavelmente vai gravar umas fitas ótimas pra mim. pode ser que eu conheça mais você, seus amigos, sua família e goste deles e que estar perto de você seja cada dia melhor. talvez isso tudo dure muito, até que ter filho não seja algo assim tão absurdo e até desejado. e que venha uma menina linda e depois outra menina fofa e que, no meio de trabalhos, estudos, desencontros, rotina e distâncias a gente continue gostando - e talvez até mais - de estar perto, namorar, de dançar, de rir, falar dos nossos projetos, de ler os nossos trabalhos, de ouvir as velhas músicas e as novas, de viver junto.


: : Laura : :


11:29 AM

9.6.05:::
 

Extremely Alice


No quarto da Lili tem um espelho enorme, antigo, que eu não tinha onde guardar e acabou encostado numa parede, servindo de camarim e extensão para as brincadeiras. Ontem à noite, estávamos as duas em frente a ele quando surgiu a idéia:

- Mãe, vamos brincar daquele programa que a pessoa chega bem feia e o médico opera ela pra ficar bonita?

Na mesma hora me lembrei que domingo passado, à noite, ela ficou um tempo me rodeando, de olhos grudados na tela, enquanto eu assistia à Sony. E entendi o que ela quis dizer:

- Ah, sei! Extreme Makeover!

- É! Finge que eu era bem feia: assim...
(neste momento puxou os cabelos todos para a frente do rosto, entortou a boca e começou a andar com uma postura encolhida)
- ...e você era a médica.

Daí pra frente foram quase duas horas de "intervenções" (porque a cada "operação" que eu realizava, ela inventava um outro problema qualquer para a brincadeira não acabar) até a protagonista ser finalmente apresentada, maravilhosa e nova em folha, para seus amigos/bonecas.

Sim, eu sei: um horror! 5 anos e brincando de cirurgia plástica?! Cruzes, onde este mundo vai parar?!

Mas, quer saber? Nos divertimos horrores!
E pelo menos deu pra ver que a menina não tem nenhum problema de auto-estima, já que a versão final, pós-operada, era ela mostrando exatamente a mesma cara, o mesmo cabelo, a mesma postura e o mesmo sorriso do seu jeitinho normal, em frente ao espelho. Linda como sempre foi, sem intervenção nenhuma.

:-)

: : Ju : :


12:20 PM

7.6.05:::
 

Diálogo de uma mothern com um amigo:

Eu:
ah, o que será que meu filho vai fazer quando
estiver adolescente, cara, do jeito que as coisas estão?
O amigo:
ora, Ângela, nada do que a gente já não tenha feito.
Eu:
é, pois é. É exatamente DISSO que eu tenho medo.


: : Laura, roubando o próprio livro de visitas : :


4:55 PM