Mothern - Manual da Mãe Moderna

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30.3.04:::
 

Às vezes trocar uma fralda já é dureza, não é? Imagine duas!
Com toda a criatividade de uma mãe de gêmeas, a Alê ensina um truque que você pode usar para trocar fraldas, vestir as roupas, escovar os dentes...

"Troca-troca
(psicologia da demonstração)

A Sofia mesmo foi que me trouxe à tona:
- Lembra quando a gente era pequena e não queria trocar a fralda?

Sim, c-la-r-o que eu lembrava.
Elas já eram maiorzinhas, acredito que tivessem uns dois aninhos, e começaram a se recusar a deitar e ficar quietinhas para substituir a fralda suja. Toda vez era uma peleja.
Um dia, enquanto brincávamos de mamãe e filhinhas, foi a minha vez de ser a filha.
Elas queriam trocar a minha fralda. Pegaram a hipoglós, fralda pampers e algodão para simular o ritual de limpeza. Foi aí que eu encontrei uma boa oportunidade para demonstrar a briga da troca de fraldas.
Disse que não ia trocar, não queria deitar, esperneiei. Nenê não quer. Não quer, não.
O melhor era vê-las fazendo o mesmo discurso que eu, quando tentava convencê-las a colocar a fraldinha limpa. Hehehe. 'Filhinha, se não trocar essa fralda, você vai se assar' 'É bem rapidinho...'
Elas cansaram de tentar convencer o nenê-mamãe a trocar a fralda. Não tinha jeito.

O melhor de tudo foi que nunca mais resistiram na hora de trocar as fraldas.
O único porém é que é bem ridículo, eu, grandona, fazendo pirraça.
Mas confesso que me diverti.
Estar do outro lado de vez em quando é bem interessante."


:-)

: : Ju : :


2:18 PM

29.3.04:::
 

Ainda faltam alguns meses, mas vamos lá.
Aos 35 (ou perto deles):

. não me importo mais em ser chamada de senhora. Em algumas situações, confesso que até gosto.
. acho que toda foto minha precisa passar por um leve tratamento de photoshop. (Não sei se isso é coisa de balzaca ou de designer).
. estou parando de considerar a idéia de ter mais filhos.
. já não sou, entre os amigos, a única que tem filhos.
. me assusto reconhecendo na rua pessoas que foram da minha sala no primário. Eles têm umas caras "respeitáveis", uns mais gordos, uns carecas, umas meio envelhecidas. E teimo em pensar que eles não me vêem assim.
. conheço cada vez mais gente (adulta) mais nova que eu e acho que tenho um monte de coisa para aprender com eles.
. tem gente que me acha experiente e até me atrevo a dar conselhos em blog.
. começo a prestar atenção nas marcas de tinta pra cabelo.
. experimento roupa e sapato em loja pra criança.
. tenho medo de virar uma coroa sem noção.
. tenho cada vez mais certeza de que não vou freqüentar academia.
. dez anos atrás já não parecem tão longe assim.
. continuo gostando de boteco.
. continuo gostando de inferninho.
. me lembro quando se chamavam danceterias.
. sei aproveitar uma pista de dança (só que as conseqüências no dia seguinte são piores).
. experimento o primeiro revival de uma época da qual me lembro muito bem.
. às vezes gosto disso, mas outras vezes acho tudo tão forçado, fake e déjà vu…
. me acho meio louca e ao mesmo tempo orgulhosa de começar tudo de novo.
. tenho menos estômago para engolir sapos.
. sou teimosa ao ponto de achar que sempre tenho razão.
. estou adorando voltar para a sala de aula.
. não tenho uma casa tamanho família, nem um carro tamanho família, nem um modelón mãe de família.
. tenho uma família deliciosa.
. não tenho mais bebês.
. estou começando a emprestar sapatos para a minha filha (!)
. finalmente me acostumei a falar “marido”, mas continuo assustada com a idéia de ter um homem só e pra sempre.
. quero envelhecer com ele.
. não tenho vergonha de dar uma de adolescente e pôr um pouco da vidinha num blog.

: : Laura : :


9:20 AM

26.3.04:::
 

Coisas que me deixam triste:

1. Achar que é melhor ensinar os filhos a sobreviver no mundo podre do jeito que está, do que dar a eles a possibilidade de transformá-lo.

2. Ver que tipo de gente esses valores andam gerando.

: : Ju : :


11:44 AM

 

Por que eu amo o nosso Livro de Visitas:

Porque basta eu fazer um post comparando o Beto com o genro ideal que dali a pouco aparece uma mãe de menino dando o seu depoimento:

"Quanto a noras, eu não tenho esse problema. Os Power Rangers só namoram entre si. Só que o preto, o verde e o azul têm que cair na porrada pra ver quem fica com as Power Rangers amarela e rosa.
Ou eles se modernizam e fazem um ménage, um troca-troca ou sei-lá-o-quê, ou um fica sempre chupando dedo.

Bjocas,
Rê.

Update: Tem mais um: esqueci do vermelho. São quatro homens para duas mulheres!!! Nunca pensei na vida que um dia desejaria ser uma Power Ranger... "


Hahahahaha!

: : Ju : :


10:46 AM

 

O post que estava aqui em breve estará no livro Mothern - Manual da Mãe Moderna.


9:08 AM

20.3.04:::
 

O post que estava aqui em breve estará no livro Mothern - Manual da Mãe Moderna.


10:20 PM

 

Uma das coisas mais deliciosas, quando se tem duas crianças em casa, é ver as duas concentradíssimas: a mais velha lendo um livro para a mais nova.

***

Uma das coisas mais chatas é ouvir o novo cd da sandyjunior em casa. Mas o pior é ficar com uma das músicas grudadas na cabeça e começar a desconfiar que você está quase gostando daquilo.

***

Outro dia uma conhecida falou: fulana é até legal, mas é MUITO mãe. Fiquei pensando nisso. Vou dar um tempo de falar de filho. Pelo menos fora daqui.

: : Laura : :


9:50 PM

18.3.04:::
 

A cidadania criativa da Márcia Luz.

Que o nosso Livro de Visitas é palco de conversas deliciosas, todo mundo já sabe. Volta e meia aparecem por lá algumas sacadas geniais, que me fazem acreditar que a maternidade traz uma dose própria de criatividade. Olha essa que a Márcia Luz nos contou:

"Adoro visitá-las virtualmente, me identifico total, e sempre quis falar algo sobre a minha incrível e imprevisível rotina de mãe de uma doce garotinha de 5 anos, Laura. E veio o insight esses dias, quando tive uma idéia no trânsito. Não sei como é na cidade de vocês, mas aqui em Curitiba têm uns quadrados amarelos pintados no chão nos cruzamentos mais movimentados, e você tem que tomar cuidado para não ficar em cima do quadrado quando o sinal fecha, senão bloqueia o trânsito (óbvio) e leva multa (mais óvio ainda). Como boa curitibana seguidora de regras para tornar a nossa cidade ainda maaais civilizada, e como todos os outros curitibanos, vejo o quadrado como um ambiente sagrado, se ficar em cima dele o carro pode até explodir por ordem divina. Esse dias, minha filha perguntou porque eu ficava tão nervosa com o tal quadrado (eu xingo, grito pro outros andarem ou dou ré, tudo pra não ficar em cima). Não pensei duas vezes:
- Ué, filhinha, você não sabia do Jogo do Quadrado? É um jogo que todos os adultos na cidade jogam, quem ficar em cima do quadrado mais vezes perde.
- Ééééé, mãe? Como assim? Quem inventou?
- Ah, foi um prefeito muito brincalhão, há muito tempo atrás, ele mandou pintar esse quadrados na cidade toda e convocou todo mundo a participar da brincadeira. E as pessoas gostaram tanto que não param mais de jogar. Pode reparar, todo mundo faz de tudo pra não perder!
- É mesmo, que legal, mãe! E como o prefeito sabe quem ganhou e quem perdeu?
- Tem juízes por toda a cidade, tá vendo um ali? De farda verde, quepe e um bloquinho na mão? Ele tá anotando os pontos de cada jogador.
A partir desse dia, minha filha torce o tempo todo por mim, vaia os outros motoristas, fala com os guardas de trânsito que nós seremos as grandes campeãs do quadrado... Dirigir ficou bem mais emocionante."


A julgar pelo trânsito de algumas cidades por aí, as prefeituras deveriam implantar urgentemente este Jogo do Quadrado.
Valeu, Márcia!

: : Ju : :



8:57 AM

16.3.04:::
 

Menina de 4 anos foge de casa para encontrar o noivo, de 6.

É, amigas. O mundo tá moderno demais, até para as mães mais modernas.

: : Ju : :


3:48 PM

 

tou precisando postar, eu sei. preciso também resolver como vai ficar a casa agora com a mãe fora e no mestrado e o pai com o doutorado. preciso comprar cadernos pra mim. preciso conversar sério com a empregada. preciso decidir alguma coisa quanto ao aniversário das meninas, no mês que vem. preciso ligar para os meus clientes. preciso pintar o cabelo agora que dá pra ver a raiz. preciso me livrar da maldição dos fotologs. mas preciso de uma câmera digital. e marcar minha passagem de amanhã. preciso de uma saída com as amigas hoje. preciso arrumar meus livros e papéis. e meu portfolio. preciso fazer um novo layout pra esse blog. e as unhas. e preparar duas aulas. e devolver três filmes. e terminar um livro. preciso ler uns e.mails longos que recebi na semana passada. preciso ser mais objetiva. preciso de uniforme novo para as meninas. e frutas. preciso comprar umas bolinhas homeopáticas. preciso largar o computador. preciso ficar apaixonada. preciso de estabilidade. eu acho que vou ao shopping. agora.

: : Laura : :


9:52 AM

11.3.04:::
 

Mães, filhas, amor e tradição.

A Monix recomendou, eu fui conferir e reforço a indicação:
não deixem de ler este texto da Bia Badaud.

: : Ju : :


3:00 PM

 

O incrível poder libertador da babá que dorme.

Todo mundo sabe que o nascimento do primeiro filho é uma revolução na vida da pessoa. Da noite para o dia você troca as rotinas (ou falta delas) a que estava acostumada por um outro universo, cujo centro absoluto é sua própria casa. Notícias do mundo exterior? Só as que os amigos trazem, mas, mesmo assim, por um bom tempo você não consegue achar relevante saber quem andou namorando quem, qual filme revolucionário está em cartaz na cidade ou que novo DJ está lotando sua casa noturna favorita.

Mas o tempo passa. A criança cresce. Saem as fraldas. As acordadas noturnas vão ficando cada vez mais esparças, até que um dia aquele seu bebezinho indefeso fala "Mãe, agora eu vou pra minha cama dormir. Boa noite." E você percebe que ele já tem mil outros interesses que não você. É hora de resgatar os seus próprios.

Neste momento entra em cena uma das personagens mais importantes na liberação feminina: a babá que dorme em casa. Esta pessoa, nunca tão aclamada quanto merece, representa outra revolução na vida da mãe: seu passaporte de volta para a vida social noturna, sem precisar abrir mão do marido para o revezamento de quem fica em casa com as crianças. Avós, tios e amigos às vezes resolvem bem. Mas aí você fica dependendo de favores e da boa-vontade dos outros, coisa que uma relação profissional ameniza. E a babá nem precisa dormir na sua casa todos os dias (a menos que você seja uma rueira descontrol ou profissional da noite). Eu até acho que esse esquema brasileiro de empregadas que moram com os patrões tem um forte ranço escravocrata e não simpatizo nada com a idéia de perder a liberdade de andar de calcinha pela casa ou transar na cozinha, se quiser. Mas ter uma pessoa de confiança com disponibilidade para olhar as crianças durante a noite, quando você precisa, é um dos melhores investimentos da mulher moderna.

Obrigada, Betty Friedan.
Obrigada, Rosa.

: : Ju (agora também nas melhores casas noturnas da cidade) : :


10:30 AM

10.3.04:::
 

Por que é que tudo aquilo que a mãe faz para os filhos não é mais do que a obrigação e o que o pai faz é assim um grande favor?

Cara, tem hora que eu desanimo.

: : Laura : :


10:14 AM

9.3.04:::
 

Anota aí:

A mais amada da blogosfera está de endereço novo.

: : Ju : :



8:47 AM

8.3.04:::
 

Criancinhas amestradas.



Que desarme a lona e atire a primeira pedra o pai ou a mãe que nunca fez este número, sucesso garantido no Grand Circo Familiar:

Senhoras e senhores, respeitável público, apresento-lhes a incrível Criancinha Amestrada!

O espetáculo começa cedo, logo que o pequeno astro aprende o primeiro truque. Pode ser dar um sorriso quando a mamãe pede, abanar as mãozinhas, repetir um barulhinho que o papai faz com a boca, bater palminhas para a vovó. Se sabe responder a algum comando, então está no ponto para ir para o picadeiro! E assim que o público chega, eis os amestradores.... oops, os pais orgulhosos a exibir o sensacional número para as visitas.

À medida em que o tempo passa, os truquezinhos vão-se sofisticando: sabe cantar o refrão do útimo sucesso das rádios, aprendeu o primeiro passinho no ballet, decorou o bordão da novela, consegue imitar um animal. Cada crianca tem seus truques e todas elas, pais ansiosos para exibi-los (afinal de contas é quase irresistível mostrar ao mundo o quanto somos fodas por gerar uma criatura tão talentosa!).

Fulaninha, conta até dez em inglês pra titia ver, conta!

Bem cedo também as crianças aprendem o doce sabor dos aplausos. E, junto com os truques ensinados, aprendem como é fácil agradar uma platéia quando se faz, na hora solicitada, exatamente aquilo que os outros esperam que se faça.

Difícil é a gente desaprender isso quando cresce.

: : Ju (criança muito bem amestrada e agora crescida, e esta incurável mania de ver uma ponta de tristeza atrás do sorriso dos palhaços): :


11:24 PM

 

Do Blowg:

Verdades e mentiras Por que a maioria das pessoas que a gente conhece diz que só assiste Discovery, People & Arts e Telecine Classic?

Isso me lembra uma vez que comentei com minha ex-analista sobre o fato de que todas as mulheres que eu conhecia e principalmente as que eu só conhecia de revista, sempre diziam "Quando meu filho nasceu, alguma coisa mudou dentro de mim". Me tornei poderosa, corajosa, compreendi o sentido da vida. Este tipo de coisa. Eu não senti nada disso, continuei sendo exatamente a mesma coisa por dentro - será que havia algum problema sério comigo?
Daí ela olhou pra mim, daquela maneira carinhosa que é dela, e falou: "As pessoas mentem, Marina".


: : Laura : :


8:54 AM

5.3.04:::
 

Aniversário insônia.





No primeiro ano, eu escolhi com carinho o tema jardim: encomendei bolo em forma de flor, com abelhinhas brincando em cima, espalhei joaninhas e borboletas pelas paredes da casa, vesti a aniversariante com vestido floridinho e comprei vazinhos de kalanchoe – que, além de servirem como lembrancinhas da festa, enfeitavam a sala durante o evento. Foi lindo.

No segundo ano, sugeri o tema ligado ao nome.
(Aliás, aqui cabe um adendo: se algum dia da sua vida você for apresentado a uma pessoa chamada Alice, por favor, não faça esse comentário: "Alice no País das Maravilhas?!". Você não está sendo nada original: pode ter certeza que ela já ouviu isso pelo menos 265.942 vezes. Por ano.)
Mas, enfim, como a personagem do Lewis Carrol é fofa mesmo e, sim, foi uma das inspirações para a escolha do nome, fiz a festa com o tema óbvio e foi um sucesso.

No terceiro, já dona das suas vontades, a própria aniversariante escolheu a festa da "Branca de Neve", a heroína que estava em alta lá em casa na época. Foi facílimo, todas as lojas do ramo tinham milhares de opções de arranjos, painéis, fantasia para aluguel, e todos os detalhes da decoração acompanhavam o tema.

Algum tempo depois deste último evento, ela me deu a notícia:
- Mãe, minha próxima festa vai ser de Carneirinho.
Como não há no mundo nada mais mutante que uma criança de 3 anos, achei bonitinho, mas não dei muita bola para o assunto, certa de que dali a alguns dias ela já teria esquecido.

Aí o tempo foi passando, e cada vez que o assunto aniversário aparecia, a idéia vinha mais elaborada:
- O meu aniversário vai ser de Carneirinho. Carneirinho Pula-Cerca.
- Pula-cerca?!!!
- É, mãe, carneirinho de contar pra dormir.
- Ah!

Passaram-se meses e a festa só ganhando detalhes na imaginação dela:
- No meu aniversário eu vou estar com roupa de carneirinho. E no lugar de balão, vai ter um monte de cerquinhas na festa, para os carneirinhos pularem.
O último aperfeiçoamento da idéia apareceu há pouco:
- Mãe, na minha festa de Carneirinho eu vou ter molas no meu sapato, para ficar pulando as cerquinhas com meus amiguinhos. (!!!!)

Agora faltam 78 dias para o evento, que ela já se encarregou de divulgar para muita gente. Apesar desses tais "Carneirinhos Pula-Cerca" aparecerem nas histórias infantis como antídoto contra a insônia, sinto que eles vão acabar causando a minha: onde é que eu vou arranjar uma produção dessas?!
Aceito sugestões.

: : Ju : :


12:03 PM

2.3.04:::
 



Leia o blog, veja o fotolog, freqüente o boteco e vista a camisa.

Branca M ou G. Preta G. Modelagem baby-look. 26 reais.
Peça aqui: camisetasmothern@hotmail.com. Ou aqui, se estiver no Rio.


2:04 PM

1.3.04:::
 

Momento-Celebridade

Ui, que chique.
Estamos no JB!
:-)

Update: Para quem não quiser se cadastrar, a Laura colocou a matéria aqui no fotolog.

: : Ju : :


2:33 PM

 

Teatro com as crianças.

Nossa amiga Cibele, que além de ótima atriz e produtora teatral também é mãe da Maria Cecília, deixou no Livro de Visitas estas dicas para quem tem crianças pequenas e está com vontade de iniciá-las no universo dos seguidores de Shakespeare:

Levei a Cecília para ver o Giramundo e ela adorou. Já é a terceira vez que ela vai ao teatro, mas essa última, por inúmeros motivos, me fez pensar num monte de coisas que eu não sabia e em outras de que eu já sabia, mas espero continuar me lembrando:
1) Colocar fralda noturna ou trocar a criança logo no início do espetáculo. (A Cecília fez xixi no meu colo de tal forma que eu é que parecia a autora da bagunça.)
2) Levar mais biscoitos, pães de queijos e outros belisquetes que misteriosamente entretêm crianças entediadas. (Levei 2 pães de queijo, mas acabou rapidinho.)
3) Não ficar decepcionada se seu filho não quiser ver o espetáculo todo só porque você pagou x reais no ingresso. (A mãe da frente amarrou o filho dela nos braços porque ele queria ficar de costas pro palco, mandando beijo pra Cecília.)
4) Sentar nas pontas das fileiras para não atrapalhar todo mundo, se você tiver de trocar fralda, tomar água e/ou vento, ou sair por qualquer outro motivo de força maior. (Isso eu lembrei.)
5) Sentar no fundo, pois os pequenos podem ter medo de ficar muito perto dos personagens (sem falar que você pode ser vítima do teatro interativo, uma moda superconstrangedora que nunca passa.)
6) Sair com o filho se ele surtar de medo ou tédio. Outras crianças querem assistir e os atores precisam se concentrar.
7) Impedir que as crianças subam no palco. Pelo menos durante a peça. (Acontece, juro!)
8) Limpar a sujeira que a criança fizer no chão do teatro. (Por causa disso, vários teatros já estão impedindo a entrada com pipocas, refrigerantes e outros alimentos. Uma pena!)
9) Não se sentar na frente de um pequenino tampando toda a visão dele.

Normalmente, teatro é programa a partir de 3 anos, quando a criança já consegue se concentrar por 1 hora. Mas isso é relativo. Tem crianças menorzinhas que adoram, sobretudo as peças com muitas cores e músicas. Bonecos também são um sucesso.


E, com estas dicas, não tem erro. Valeu, Cibele.

: : Ju : :


2:08 PM