Mothern - Manual da Mãe Moderna

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27.2.04:::
 

Lista de Laura para Laura no Universo Paralelo
ou
Guia de sobrevivência no interior com coisas que só interessam a mim mas que eu escrevo aqui trocando "eu" por "você" para parecer menos umbigocêntrico.

. Traga poucos agasalhos e muitas roupas frescas. Aqui faz um calor do cão. Traga um casaco leve de capuz porque chove.
. Assuma a realidade mascote e desista dos saltos. Você tem que andar muito. A não ser que queira passar o fim de semana igual música do João Bosco, com band-aid no calcanhar.
. Deixe de ser chata e pare de ficar pedindo pra trocar de quarto no hotel. Não existe um perfeito.
. Não abuse da comida. Perigo de roliçamento (vocabulário aprendido no novo emprego: ato de roliçar-se, tornar-se roliço. copyright: Tati.)
. Não viaje de ressaca. Não viaje de fogo. Melhor: pare de beber, você já passou da idade.
. Traga, além das leituras de aula, um livro bom. É bem melhor que ver a chata da Maria Clara ou os malas do BBB.
. Não olhe para os lados. Muita calma neste momento. Você é uma mulher casada.
. If you wanna be sedated, go ahead. Meio dramin B6 e ônibus. Hey ho, let´s go.
. Mas não cochile no ônibus com os óculos na mão. Você pode ter que pagar o mico de ficar de quatro procurando o objeto pelo chão enquanto os outros passageiros aguardam para prosseguir viagem. Não bom.
. Não fale mal nem muito bem dos alunos ou dos outros professores no seu blog. Eles já te descobriram. Aliás, foi você quem mostrou, sua exibida.
. Aprenda que "Caladinho" aqui não significa "um aluno tímido".
. Perca o seu preconceito macmaníaco contra o PC. Ele é cinza, complicado e dá pau, mas você não tem escolha. E não é tão ruim assim.
. Lembre-se de que você tem um blog e atualize o bichinho de vez em quando.
. Faça o diagrama da mamãe (post Assim Falou Zara, de setembro de 2003, não consigo linkar). Aliás, eu ia falar de trabalhar longe e ter filhos, mas me desviei. Aliás, esse é um dos problemas do universo paralelo. Fica tudo longe.
. Tente não ter saudades daqui quando estiver lá, nem de lá quando estiver aqui. Desenvolva uma patologia saudável de dupla personalidade.
. Aproveite a volta pra casa. Saudade é um ótimo afrodisíaco.

E se de vez em quando você se sentir numa versão divertida e menos glamourosa de Lost in Translation, como que abduzida e perdida num planeta desconhecido mas de idioma parecido, apegue-se ao que dizem seus amigos novos e experientes: isso é normal.

: : Laura : :


5:52 PM

26.2.04:::
 

Precoce

- Você está muito esperta para uma menininha de 3 anos!
- É? E parece que eu tenho quantos anos?
- Parece que você tem uns cinco.

Ela me olha desapontada e retruca na hora:
- Cinco, nada: Vinte e três!

: : Ju : :


8:56 PM

19.2.04:::
 

Que delícia...

Hummm, navegando a essa hora?!
Ah, tá muito tarde pra gente falar de filho, não tá?
Vem cá, fecha os olhos, deixa eu te guiar.
Isso, relaxa... agora arrasta essa coisa volumosa que está na sua mão e clica bem aaaaaqui!
Ui.

;-)

: : Ju : :


9:57 PM

18.2.04:::
 

IN e OUT da meninada.

A Jô Elias inventou (lá no nosso LV), todo mundo imitou, a gente também adorou e agora põe na roda.
IN e OUT das nossas crianças:

Alice

IN
. mousse de chocolate
. escola nova
. Discovery Kids
. festas no Billy Boom
. qualquer coisa que brilhe
. qualquer coisa cor de rosa
. chupeta

OUT
. comida de sal
. refeições com hora certa pra acontecer
. gatas destruindo os brinquedos
. blogs e fotologs
. emprestar coisas
. dormir cedo
. conversas com o tema "largar a chupeta"

Nina

IN
. piano e teclado
. comer acerola
. novas colegas de sala
. fotografar
. chocolate com pimenta
. carnaval
. melissa furadinha rosa

OUT
. acordar cedo
. qualquer coisa verde no prato
. cabelo curto
. pais fazendo provas difíceis
. pé machucado por causa da melissa furadinha rosa

Gabi

IN
. xuxa abracadabra
. catar acerola
. beijo na boca
. o pingüin Paz
. protesto
. galochas

OUT
. frutas
. pentear cabelo
. camiseta sem manga
. ficar sem mãe dois dias
. pais trancados no quarto até tarde
. deixar de ser o bebê da casa

E para o seu filho, o que está bombando e o que está por fora?
Conta pra gente!

: : Ju e Laura : :


10:35 AM

17.2.04:::
 

Amigos que fazem a festa!

Você já sentiu verdadeiro orgulho dos seus amigos?
Eu vivo sentindo isso, e é uma delícia. Uma sensação de pertencer a uma turma bacana de verdade, de gente que faz, acontece, pinta, borda e não tem medo de arriscar. E eles não param de me dar motivos pra me orgulhar!
Olha só o que a Andrea, minha amiga carioca, anda aprontando:



Uma comemoração diferente... uma festa original... os melhores amigos e amigas de seus filhos, dividindo momentos de diversão e criatividade.

O Gato Mia tem um miado pra cada gatinho. São cinco temas diferentes, que privilegiam a criação, a troca e a diversão das crianças. Um momento que com certeza será lembrado por todos!

Oficina Culinária: A cozinha é sempre o melhor lugar da festa... então vamos fazer a festa lá mesmo! As crianças vão participar da preparação de todo o lanche do aniversário: bolo, sanduíches, pizza, é só escolher o cardápio!
Muitas brincadeiras, histórias e lendas fazem parte da receita.

Ensaio Aberto: Vamos brincar de teatro? Com muita descontração e música, são feitas várias brincadeiras e exercícios cênicos. O grupo pode terminar o dia com a improvisação de uma peça, criada por eles mesmos, e assistida pelos pais.

Ateliê de Artes: Pintura. Colagem. Artesanato. Origami. E o que mais a imaginação pedir! Uma festa onde as crianças vão se divertir inventando objetos, descobrindo materiais e experimentando o prazer da criação. A troca no fim é sempre uma delícia!

Festa da Moda: oficina de personalização de roupas e acessórios: camisetas, jeans, bolsas, tênis... Tinta, apliques, adesivos, vale tudo pra mudar a cara do guarda-roupa! Com direito a brincar de maquiagem e cabeleireiro no final, e encenar um desfile para os pais das estilistas mostrando as suas criações...

Festa Biju: quem não gosta de brincar de princesa? Nessa festa, as crianças vão aprender a fazer vários tipos de bijuterias: como pulseiras, colares, brincos e tererês. Tudo termina com um bazar, onde elas podem trocar com as amigas as peças que criaram.

Quem faz?
Andrea e Raquel, ou simplesmente Dedéia e Quel, são duas mulheres que adoram brincar de serem meninas. A sua comemoração pode ser um aniversário, a chegada das férias, um encontro de primos queridos. Para nós, ela sempre será um momento lúdico, especial, onde teremos o prazer de criar com as crianças, viajar pelo seu mundo, viver suas fantasias. Em outras palavras: vamos BRINCAR!

Onde, como?
Quem decide é você. As oficinas podem acontecer no espaço de sua
preferência: playground, jardim, salão de festas, ou na cozinha da sua casa!

A nossa interação com as crianças é grande, por isso sugerimos que o grupo
presente tenha de 10 a 12 convidados. As oficinas foram criadas para divertir crianças de 6 a 10 anos, e tem duração aproximada de 3 horas.

O material é por nossa conta. Também podemos criar brindes temáticos, a decoração da festa, e o que mais você precisar!

Telefones para contato:
Andrea – (21) 3813 9832 / (21) 8111 9833
Raquel – (21) 3816 2127 / (21) 8123 6505



Não é a idéia mais legal que você já ouviu no segmento festas infantis?! Então, se você mora no Rio, e quer dar pro seu filho uma festa criativa de verdade, já sabe quem procurar!

Eu tenho ou não tenho motivo pra me orgulhar?

:-)

: : Ju : :


5:16 PM

 

Carta aberta para ser aberta quando chegar a hora.

Filha, queria saber como lhe contar das coisas que realmente importam, mas vejo que para elas poucas palavras foram já inventadas. E todo o resto, tudo que se rabisca por aí, todas as frases ensaiadas em tinta e manchadas em lágrimas, todos os velhos cadernos engavetados e tudo aquilo que chamamos de literatura é uma tentativa mais ou menos frustrada de se haver com elas. Poderia tentar lhe abreviar as dores, afastar seus medos, convencer você de que a sanidade é um lugar seguro onde vale a pena estar. Mas até onde sei, as coisas verdadeiramente importantes são aquelas que tangem as dores, cutucam os medos e nunca trazem certeza de lucidez. Gostaria de lhe ensinar os passos exatos, mas duas pernas são suportes frágeis demais para sustentar a humanidade faminta que nos habita. Muitas vezes a gente manca, para não pular o muro das loucuras. Até onde sei, esse muro segue ao longo de toda a estrada, e por vezes você não sabe bem de que lado está. Por vezes procura atalho ou muleta. Como cada ser tem seu norte, bússolas só lhe servem as que você mesma construir. (Não, não há como saber se as indicações estão certas.) Para cada escolha que você fizer, se criará a seu lado uma legião de fantasmas. Todas as possibilidades abortadas, se esquivando de lhe mostrar o rosto (e, por isso mesmo, ora parecendo mais belas do que as que se realizaram). As coisas importantes também só se dão a conhecer assim: por vislumbres e sensações. Por causa delas, há partes em você que sempre, sempre arderão em febre ou fogo brando. Queria que ainda hoje meu colo lhe bastasse de consolo, minhas palavras lhe bastassem como certezas. Mas a única certeza que tenho para lhe dar agora é que, até onde eu sei, o importante está imerso em dúvidas.

Com amor,
sua mãe.

: : Ju (surtando, mas só um pouquinho): :


12:47 AM

16.2.04:::
 

T.A.Z.

Para quem vai ficar em Belo Horizonte:
CARNAVAL REVOLUÇÃO 2004.
Gostei!

: : Ju : :


3:12 PM

 

Nina:
_Que livro é esse, mãe?
_É sobre palavras que podem ser duas coisas, tipo manga de camisa e manga fruta.
_Ah... polissêmicas.

: : Laura, corujando : :


9:23 AM

13.2.04:::
 

Enquete Carnavalesca Mothern

- Qual foi a fantasia mais bizarra que já te fizeram usar?

(A minha resposta está aqui.)

: : Ju : :


7:55 AM

11.2.04:::
 

Iniciando o seu filho no mundo do alalaô:

Para quem está aqui em BH, neste sábado, 14 de fevereiro, tem Batalha de Confetes na Traquitana, a loja de brinquedos mais bacana da cidade.
De 10h às 13h, na rua Major Lopes, 63, São Pedro, com baile, marchinhas de carnaval e muita diversão para a garotada.
Leve seu pequeno folião, confetes e serpentinas.
A gente se vê lá.

: : Ju : :


8:32 AM

10.2.04:::
 

Passei no mestraaadô!
Corteeei o cabeeelô!


: : Laura : )))


8:51 AM

9.2.04:::
 

O post que estava aqui em breve estará no livro Mothern - Manual da Mãe Moderna.


9:29 AM

 

II Enquete Escolar Mothern

Quanto tempo você tem que esperar para começar a reclamar dos procedimentos pedagógicos da escola nova do seu filho, sem parecer uma chata encrenqueira que não dá nem chance da equipe mostrar serviço?

: : Ju (roendo as unhas) : :


8:24 AM

 

Você conhece a Bust? E a Bitch?
Então tá.

: : Laura : :


8:07 AM

 

I Enquete Escolar Mothern

O que você faz com os cadernos do ano passado dos seus filhos?

a. Guardo tudo para a posteridade.
b. Aproveito as folhas em branco e jogo o resto fora. Detesto tralha.
c. Fotografo os melhores desenhos e as melhores redações com a digital, depois jogo fora.
d. Cadernos?... Nem sei por onde eles andam.
e. Laura, não faz pergunta difícil na segunda-feira.

Responda aqui.

: : Laura : :


8:02 AM

8.2.04:::
 

Saiu esse texto na Nerve. O cara fala de sexo com uma mãe como se isso fosse a coisa mais absurda do mundo ;)
E a Dani fez essa tradução livre para as motherns:

SEXO EDIPIANO – Minha Primeira Vez com Uma Mãe
Steven Rinella

Minha compreensão da obra de Freud não vai muito além da idéia de que os homens são assombrados por conflitos psicossexuais malresolvidos, em especial a tal fixação que todos temos em comer nossas mães. A prova da força da tal tese é que eu nunca consegui ir além dela: fiquei tão chapado com a imagem da coisa quando estudei Freud na faculdade que não me restaram forças para mergulhar nos conceitos mais corriqueiros sobre os mecanismos de defesa do ego. A verdade é que a idéia de entrar na minha mãe me perturbou tanto que fiquei me perguntando se o choque não seria resultado de algum desejo oculto. Por fim eu me dei conta de que não me horrorizava só a idéia de comer a minha mãe, mas de comer a mãe de qualquer pessoa.
Na minha cabeça, ter filhos estava para fazer sexo assim como morrer num desastre de carro está para dirigir pela estrada. As mães, me parecia, haviam roubado o lado brincalhão e hedonista do sexo e o usado para transformarem a si mesmas nos grandes ícones da conseqüência. Eu sempre achei engraçada aquela expressão MILF (sigla in english para mães que você quer comer), por separar tão cuidadosamente as mães gostosas do resto da população feminina. Eu achava que era preciso criar essa categoria especial porque mães eram algo fora de cogitação (embora, obviamente, elas não sejam), mas logo vi que ninguém tinha criado expressões como LILF (leprosas que você quer comer) ou WILF (esposas que você quer comer). O homem deve entender uma verdade muito simples: fazer sexo com uma mãe é fundamentalmente diferente de fazer sexo com qualquer outra mulher. Por muito tempo, qualquer mãe que passasse pela minha frente, por mais solteira e jovem que fosse, corria tanto risco quanto uma vaca passando por um templo hindu.
Ou pelo menos a coisa funcionava assim até armarem para mim um encontro com uma mãe, Theresa. Eu estava com 24 anos e meu colega de quarto na faculdade Jamie e a namorada Dawn tinham sido convidados para um casamento em Chicago. Uma amiga de Dawn, Theresa, que morava em Chicago, também estaria na festa. Dawn achava que eu concordar em ser o acompanhante de Theresa seria um ato de boa vontade: "Ia ser muita gentileza da sua parte", me disse implorando. Eu disse sim pensando na boca livre e nos planos de me desvencilhar rapidamente da moça e suas fotinhos de bebê e sair à caça de garotas pela festa. À medida que ia chegando o grande dia, Dawn começou a perceber minhas segundas intenções. Minha imagem de bom rapaz começou a ficar arranhada aos seus olhos. Ela me falou que Theresa não saía com cara nenhum há mais de um ano, depois que tinha engravidado de um palhaço qualquer chamado Ken. "Eu só chamei você porque achei que ia curtir o encontro. Do que está com tanto medo?"
A bronca de Dawn foi um soco na minha cara. Achei muito injusto ela me acusar de estar com medo, provavelmente porque eu estava meio medroso mesmo. Depois que anunciei o prometido encontro aos meus amigos, todos começaram a me tratar como um Neil Armstrong prestes a ser lançado rumo à Lua. Eu iria me aventurar em território estranho. Alguns insinuavam que ela devia saber tudo de sexo, como se engravidar fosse resultado de expertise sexual. A maioria entrava em infindáveis especulações sobre músculos frouxos ou muito tensos, estrias, a impossibilidade de ficar molhada depois de ter filho. No geral todos concordavam que o parto era muito recente e que eu estaria desrespeitando a maternidade de algum jeito vago mas muito grave. Eu fui alertado sobre pontos, suturas. Alguns caras diziam que ela devia estar tão desesperada por homem que se agarraria em mim aos soluços depois da trepada. As amigas mulheres todas concordavam que estávamos falando um monte de bobagens, mas nenhuma conseguiu fornecer informações mais precisas.
Só que nenhuma informação, precisa ou furada, me prepararia para o choque que foi ver Theresa pela primeira vez. Ela era o oposto da imagem maternal clássica: cabelo de menino, alta, peitos em riste, bundinha perfeita e redonda, pernas fortes e finas. No vestido tomara que caia, os ombros pareciam talhados em pedra e as clavículas formavam linhas perfeitas na base do pescoço. MILF total. Ela derreteu o constrangimento costumeiro desses encontros com um abraço e me puxou pela mão até o carro. E panquei com a coleção de brinquedos espalhados no banco e no chão, mas ela disse "ponha essas tralhas lá atrás", como se nada fosse.
Minutos depois, estávamos com um grupo de amigos na igreja. Eu passei a cerimônia bestificado com o modo como o tecido leve do vestido de Theresa moldava perfeitamente o triângulo suave entre as coxas dela. Era como se a criança – e eu nem sabia se era menino ou menina! – tivesse brotado do nada em vez de saído de uma barriga inchada, disforme.
Tínhamos um tempo livre entre a cerimônia e a festa, então o grupo todo foi para um bar aquecer os motores. Não demorou para Theresa e eu começarmos a nos agarrar encostados no balcão. As amigas dela me puxavam para cochichar que eu era um cara muito legal, que a coitada mal tinha chance de se divertir e que há meses não a viam com aquela cara feliz. Eu estava tão certo de conseguir a trepada quanto um sujeito qie desembarca em Bangkok com uma mala cheia de dinheiro. Mais tarde, Theresa me contou que tinha reservado um quarto de hotel para a noite, e que como o bebê estava com a avó, ela estaria livre.
A recepção foi num salão imenso, lotado. Os noivos eram o centro das atenções. Nosso grupo se reuniu longe do burburinho, numa mesa de canto perto do bar. Eu estava pegando leve na bebida para ficar no ponto certo para uma trepada plenamente satisfatória. E era isso que estava na minha cabeça, quando a fantasia se despedaçou. Um bebê começou a se agitar numa mesa próxima. Quando o choro explodiu, Theresa corou, segurou os peitos e correu para o banheiro. Dawn me lançou um olhar. "O leite sai quando ela ouve um choro", disse, zombando a minha ignorância no assunto. Talvez eu fosse ficar mais chocado com a revelação de que Theresa tinha diversas vaginas, mas não muito mais chocado. Os mesmos seios que eu cobiçava estavam muito ocupados produzindo o sustento de uma criança. De uma hora pra outra, tudo o que eu estava imaginando fazer com ela parecia corromper uma espécie de desígnio divino predeterminado. Mas, voltando do banheiro, Theresa continuou no clima, se roçando na minha perna nos preparativos para uma noite daquelas.
Por volta das 2h da manhã, a turma toda seguiu para o hotel de Theresa. Todos muito animados com a idéia de nadar pelados na praia. Eu fingi estar detonado demais para um mergulho e quase desejei estar mesmo, porque assim estaria detonado também para uma trepada e não teria que me esfregar num par de peitos melados de leite materno. Deitado no quarto do hotel, eu pensei que certamente deveriam existir caras com fetiche em leite materno. Era bem provável que eles tivessem sites, revistas especializadas. Mergulhei fundo nos meus desejos atrás de sinal do tal fetiche, mas voltei de mãos vazias.
Theresa levantou e apagou a luz. A sensação foi a mesma que me bateu no dia em que eu vi um carro cair de um penhasco depois de derrapar na pista com neve: fiquei com pavor de descer lá e achar um cadáver, mas ciente de que meu dever de cidadão tinha que ser mais forte que o medo. Disse a mim mesmo que eu tinha que encarar aquilo, que não podia sair dali como um covardão. Foi aí que vi meu debate mental ser interrompido pela consciência de que havia uma boca no meu pau. No princípio, imagens de nenéns mamando e mães chupando paus pipocaram na minha cabeça numa montagem bizarra. Quando consegui dissipá-las, me assaltou uma dúvida mais objetiva: será que o barulho da sucção, mesmo feito por ela mesma, faria o leite vazar? Theresa me fez voltar das divagações passando a mão em volta das minhas bolas numa pressão lenta e constante. Eu quase gozei naquela boca, mas segurei a onda e levantei-lhe o vestido.
Ao menos nas primeiras trepadas, os peitos da mulher têm uma enorme importância. Ninguém quer ser tachado de grosse e apressado indo direto para o meio das pernas da moça, então é de bom tom preparar o terreno mais acima antes de partir para o baixo ventre. A condição maternal de Theresa, seus peitos inlambíveis, desandaram o meu padrão de trepada. Em poucos instantes eu me vi dentro do canal que, bem pouco tempo antes, tinha sido a via de saída de uma criança filha de um tal Ken, amplamente conhecido como o maior imbecil de Chicago.
Pressão e diâmetro são fundamentais. Os homens gostam das apertadinhas, quanto mais apertadas melhor, como sentir o peso da água no corpo ao mergulhar até o fundo de um lago. Mas dizer que você gosta das apertadas e não das larguinhas é como alguém dizer que não gosta de caramelo porque prefere pretzels. Entrar em Theresa foi fácil como pôr um envelope na caixa de correio. Eu entrei num lugar amplo, e lá dentro tomei contato com carícias e sensações desconhecidas. Havia uma gama impressionante de intensidades de pressão que ela era capaz de comandar com leves movimentos dos quadris. Eu pensei que talvez esse papo de apertadinhas fosse eufemismo para 'confinamento'. Lá dentro era sedoso, suave, uma coisa difícil de descrever. Ela não ia precisar se preocupar com a possibilidade de eu dar uma de coelho. Eu estava certo de que poderia fazer aquilo durar o quanto quisesse, e essa é a sensação mais triunfante que um cara pode ter. Não é que não estivesse bom; só não estava insuportavelmente bom.
De manhã, eu acordei do lado da Theresa com meus pensamentos habituais sobre ressaca e o que ia querer no café. Ela estava pensando no neném. Ligou para a mãe e combinou tudo para que a criança fosse deixada no restaurante do hotel.
No café eu me dei conta que ela não ia mais me dar a mínima. Fiquei me sentindo ridículo e pretensioso por ter achado que ela iria grudar em mim. A mãe de Theresa chegou discretamente com a neta e foi embora logo. Era uma menina. Theresa começou a amamentar bem na minha frente, me desafiando em silêncio a não ficar constrangido com a cena. Eu fingi profundo interesse no meu mingau de aveia. Quando ergui a cabeça, ela estava segurando a menina no alto, embalando suavemente. 'O que você fez ontem à noite?', perguntou para a filha. 'O.... que... você... fez?'


: : Laura : :


10:02 AM

5.2.04:::
 

Recomeço.

Mudou. Agora é pra valer. Aquele processo que começou com o dentinho da frente bambo está no auge. O primeiro setênio acabou e começa o segundo. No primeiro, o mais importante era a família e agora é na escola que ela vai prestar mais atenção. Sua menininha já não quer usar franja, ri das suas perguntas e calça 30. Já sabe fazer quase tudo sem você. Como se não bastasse a perplexidade da mãe, que não sabe se fica triste ou feliz, na escola mudou tudo também. Ela, que era da sala dos maiores lá no infantil, agora faz parte da turma dos pirralhos da primeira série. E fica toda importante com isso. Muito orgulhosa por estar crescendo.
Essa fase dá um frio na barriga dos pais também, parece com aquela aflição do primeiro dia no maternal. Será que ela vai gostar? Vão ser bons pra ela? Ela não vai apanhar dos maiores? E se ela chorar?

Olha, eu senti isso no ano passado. De repente, ela tinha muitos livros e cadernos. Ela teve que começar a prestar atenção nas atividades avaliativas. Tivemos que acordar mais cedo, porque já não dava pra chegar às 8:15 na aula que começou às 7:30. Premiei com adesivos os dias em que elas ficavam prontas na hora. Me descabelei, estressei com os horários, depois vi que isso não podia se tornar um padrão. Com calma melhorou. Vi que um tanto da distração e desorganização dela vinha dos pais mesmo. Claro. Tentamos mudar e conviver com isso. O dever de casa, que no começo durava a tarde inteira e era interrompido por qualquer mosquitinho, no final do ano era feito com muito mais objetividade, sem que precisássemos ficar enchendo o saco dela. E a menina continua artista e brincalhona.
Agora, na segunda série, começa tudo de novo. Não é mole voltar aos horários de aula, às pequenas responsabilidades, ao ano letivo. Mas estou como aquelas mães dos veteranos do maternal, que já nem se lembram do período de adaptação.

: : Laura : :

Obs.1. a primeira parte deste texto foi escrita há um ano.
Obs.2. algumas escolas não adotam "para casa" nem avaliação tradicional, ou prova. Vale a pena procurar a linha pedagógica que mais tem a ver com você.


8:20 AM

4.2.04:::
 

O post que estava aqui em breve estará no livro Mothern - Manual da Mãe Moderna.


9:57 AM

3.2.04:::
 

Problemão é...
trancar o carro com a chave e uma criancinha do lado de dentro.

Solução é...
trancar o carro com a chave e uma menina crescidinha do lado de dentro.

: : Laura, descobrindo as utilidades de crianças grandes : :


1:03 PM

2.2.04:::
 

Merece o selo mothern: o cd "Samba pras Crianças", da Biscoito Fino. Excelentes repertório, arranjo, cantores; enfim, música de qualidade para crianças e adultos.
Dica da Helena C. (em quem a gente confia de olhos fechados e ouvidos atentos).

: : Laura : :


12:25 PM

 

Trezentos e trinta e seis almoços a 83 centavos, trezentos e trinta e seis jantares a 38 centavos, chocolate ‘a vontade; quanto se tem a ganhar com a submissão!

* * *

Estranho efeito do casamento, tal como o produz o século XIX! O tédio da vida matrimonial faz seguramente morrer o amor, quando o amor precedeu o casamento. No entanto, diria um filósofo, ele gera em seguida, nas pessoas bastante ricas para não trabalharem, um cansaço profundo de todos os gozos tranqüilos. E somente as almas secas, entre as mulheres, não buscam de novo o amor.

* * *

A palavra foi dada ao homem para esconder seu pensamento.


* * *

Mais non, monsieurs et dames, esse cinismo todo não é meu. É que ando lendo Stendhal.

: : Laura : :


11:55 AM